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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Língua Portuguesa: expressões e significados

"- Isso fica lá para cascos de rolha!"

"Cascos de rolha"... é mais ou menos um cavalo com sapatos de cortiça!
É só o que consigo imaginar!
Fica a partilha.
Com licença.

domingo, 21 de julho de 2013

Pensamentos (que derivam do estudo)

Ora bem, estava eu aqui a estudar gestão (sim, porque ainda estou em exames a esta altura do campeonato...) e, quando faço disto, lembro-me de tudo e mais um par de botas, como é natural. Tudo serve para desviar a minha pouca atenção dos livros. Uma pequena mosca, a minha gata que se deitou ao meu lado a incitar uma inveja em mim de fazer nada ou até mesmo uma simples parede se torna interessante. São momentos que convidam à reflexão acerca dos mais variados temas. Mas desta vez foi indutora a matéria que os meus pensamentos viajaram, não acerca da sua aplicabilidade em termos profissionais, claro, mas como um paralelismo desta com as relações interpessoais que temos todos os dias, com amigos ou familiares (não sei se mais alguém vai partilhar desta opinião, mas pelo menos comigo passa-se isto muitas vezes).
Então particularizando, dentro do módulo da gestão dos recursos humanos, surge o tema dos erros no que diz respeito à avaliação do desempenho. Aqui seguem alguns:

- Efeito de Halo: tendência que a opinião geral influencie a própria apreciação
quantas vezes nos deparamos com pessoas que não se dão ao trabalho de elaborar a sua própria opinião, e então decidem roubar as opiniões alheias? limitam-se a assinar por baixo como se fossem da sua própria autoria. É que dá muito trabalho reflectir e analisar vários parâmetros para elaborar uma opinião só nossa. Ui! que complicado! Sinto-me cansada só de pensar nisso.

- Tendência Central: colocar todas as pessoas numa avaliação média, semelhante entre todos
Quando estamos em avaliações ou conversas com amigos e surgem aquelas pessoas que acabam por nunca dizer aquilo que realmente pensam sobre as coisas, apenas para não ofender ninguém, para não chatear. Já pensaram que quando dizemos as coisas que precisam de ser ditas, as pessoas/cenas podem ser optimizadas, pode ser tirado partido disso na medida de serem melhorados alguns aspectos e haver crescimento? Epá, custa, claro que custa, mas mais vale dizer as coisas do que pôr paninhos quentes para remediar a situação. Se as pessoas não reagem bem aquilo que é dito (quando é dito da forma certa), alguém lhes diga para não irem a avaliações, porque não é só dizer dos outros, nós próprios também somos e temos de ser sujeitos a avaliações.

- Efeito de Recenticidade: tendência para sobrevalorizar apenas os acontecimentos mais recente, esquecendo-se do percurso anterior
Esta é uma atitude que me irrita solenemente. Porque é que uma coisa má que fazemos serve logo para desfazer todo um percurso impecável que tivemos até à data? Não sabem avaliar o pacote completo? As pessoas têm de aprender que, à sua semelhança, estão rodeados de seres humanos, pessoas que não são perfeitas e que, portanto, se acham é possível admitir-se que vocês errem, então também têm de o fazer aos outros. é uma moeda com dois lados. Não podemos estar à espera que a coisa funcione apenas para o nosso lado.

Eu compreendo, e também sinto, que é muito difícil fazer a coisa certa, às vezes. Mas não deixa de ser um objectivo. Pelo menos para mim. Temos de aprender a ser crescidos e amadurecer.

Já agora aproveito e deixo uma Nota: Não deixem para amanhã o que podem fazer hoje. Reflectir é preciso, mas agir também.


sábado, 17 de novembro de 2012

Olha... Paciência!

Nunca fui um ser maciço de paciência. Nem por dentro, por fora ou ao lado. E isso nunca se alterou muito ao longo dos tempos. Acho que apenas fui aprendendo a forma de controlo deste meu sentimento. Que nem sempre resulta.
Há alturas em que me consigo controlar um bocadinho. E há até algumas pessoas que afirmam que esta é uma característica patente em mim. É porque não me conhecem.
Há certos episódios que me tiram do sério:
- Esperar.
- Esperar pelo autocarro.
- Seres que falam alto. A grande distância. De uma ponta para a outra do autocarro.
- Seres que ouvem música no altifalante do telemóvel.
- Som produzido pelo arrastar de mãos na superfície de balões.
- Duckfaces.
- Erros de português (verbalizados e escritos).
- Incoerência entre o que é verbalizado e a atitude.
- Quando a compreensão não é mútua.
- Seres que dialogam comigo de uma forma muito próxima, sem respeitar uma distância mínima de segurança, como se me quisessem ver com estrabismo (só de tentar focar o outro interveniente durante a conversa).
- Seres que não percebem os sinais dados de queremos uma distância mínima durante um diálogo (sempre que nos afastamos, estes aproximam-se).
- Seres que não respeitam os gostos alheios.
- O diz-que-se-disse.
- Cinismos, sorrisos falsos e conversas de ocasião.
- A existência de discussões acerca de assuntos cuja finalidade é nula, assim como conversas cujos argumentos são em círculo.
- Críticas formalizadas com o objectivo de apenas atingir uma pessoa, de modo negativo sem que o intuito seja construtivo (e tendo em conta que a pessoa podia não estar a fazer algo, mas essa função estava a ser realizada por outrem, e portanto a tarefa era cumprida em tempo útil).
- Compromissos falhados. Compromissos falhados em tão pouco tempo que nem dá para espirrar.
- Seres que me criticam e a seguir me vão imitar.
Estas entre muitas outras situações (que não vou estar p'ra'qui a debitar, que a lista já vai longa) reduzem o meu nível de tolerância. São situações que me irritam. Situações que me dão vontade de cabecear as pessoas ou distribuir belinhas.
Foi por isso que criei um sabre invisível com o qual corto as cabeças de todos os que se metem à minha frente a testar a minha paciência. Do qual fico a afiar a lâmina no meu imaginário, com um olhar de quem expressa aversão como forma de notificação do infortúnio (Ooh!...) à posteriori!
Acho que a minha já esgotou. A bateria da paciência descarregou completamente. Por acaso não sabem onde posso recarregar? Ou algum posto onde possa reabastecer de paciência?

E agora que acabei de escrever este texto, ocorreu-me que não é bom. Pode ser um meio para me atingir.
E também não devia ter dito isto. Bolas.
Mas também... Heeck!



domingo, 2 de outubro de 2011

t e m p o . . .

O tempo anda apenas numa direcção. Não podemos voltar para trás.
E há momentos que nunca se vão voltar a repetir. É pena. Eu pelo menos tenho.
Resta o baú das lembranças na memória. Resta recordar (porque não consigo esquecer).



"O tempo é uma cena que a mim não me assiste", mesmo a sério...

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

chiiiiiuu

O silêncio não é algo constrangedor. Pelo menos não tem de o ser.
Até porque há alturas na nossa vida em que ele é realmente preciso.
Não é preciso que em todas as alturas haja ruídos e barulhos de fundo. Há momentos em que a simples presença é mais importante do que uma palavra. A companhia sabe melhor.
Em momentos zen.




Para ti t

domingo, 12 de setembro de 2010

Ser

Há alturas da nossa vida em que nos deparamos com a sua verdadeira essência. Aqueles momentos em que nos apercebemos que utilizamos a maior parte do nosso tempo com preocupações inúteis e materialistas e nos esquecemos do que é realmente importante.
Quantas vezes gastamos energia com pessimismos, antipatias, quezílias e mau humores.. Quantas vezes a nossa energia é consumida por demasiado ódio e rancor ou por coisas que ficam por dizer? Quando tudo o que é necessário e essencial está nos pequenos momentos que de tempos a tempos chegam e nos dão um pontapé no rabo para nos chamar à razão.
Esses momentos especiais por nos nos relembrarem que acima de tudo somos pessoas e que tudo o que importa é Ser. Não ser um só, mas Ser em conjunto, Ser com os outros e para os outros.