Mostrar mensagens com a etiqueta questões. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta questões. Mostrar todas as mensagens

domingo, 7 de maio de 2023

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Este ano é que vai ser!

Ano novo, vida nova. É o que dizem. Muda das 23h59 para as 24h e a malta acredita que vai ser tudo diferente. A diferença que um minuto faz, não é? 'Tá fixe. Mas não é só esta mágica de minutos que me interpela. Esta é uma época envolta numa série de tradições e costumes que já todos fizémos sem pensar muito no assunto, mas que se pensarmos bem, não têm muito sentido. Por exemplo:

1. A roupa. Como se a cor da roupa ou a novidade da mesma tivesse algum tipo de influência sobre os dias que se seguem. Vou vestir umas cuecas azuis para atrair boa sorte ou umas vermelhas para ser presenteado com o amor da minha vida, entre outras cores. O ano está mesmo a espreitar por debaixo da saia, feito tarado, para ver o que temos vestido, claro. E nós não fazemos queixa de assédio, porque vá, isso vai definir os próximos 365 dias. Pronto, para além disso vou também vestir uma roupitxa nova para combinar com o ano que, uau, também é novo. Isso e a tentativa de cegar alguém: que as escolhas nos últimos anos são sempre para indumentárias brilhantes, cheias de glitter e lantejoulas. Tende cuidado com os feixes de luz e para onde os apontam, malta, é extremamente perigoso. Deveriam pôr um sinal nisso.

2. Doze passas. Contamos 12 passas, pedimos 12 desejos e vai ser tudo espectacular! Em primeiro lugar: porquê passas? Não podia ser algo mais guloso tipo gummy bears? É que algo engelhado com cor de cocó não pode ser um bom prenúncio para os 12 meses que se seguem. Em segundo, quem é que tem imaginação para 12 desejos?! Eu vou no primeiro e às tantas já estou a comer as passas todas seguidas, uma atrás da outra em modo mecânico, como se estivesse a gostar.

3. Passar para cima da cadeira e saltar às doze badaladas. Ou estar ao pé coxinho com a perna direita no chão para se entrar com o pé direito no ano, como se fosse uma portinha pela qual passamos para entrar num evento. Estas só me fazem rir. Adicionamos a carteira com dinheiro a estes preparativos e está tudo feito. Mas espero que o novo ano aceite cartão, que nunca tenho trocos.

4. Bater com tampas de panelas à janela. Uma pergunta: pa-ra-quê? Fazer barulho, ok. Mas para quê? Com que intuito? Acordar os que não são supersticiosos? Ouvir-se do outro lado do país? Verificar que não somos surdos, mas que se continuarmos podemos ficar? Talvez.

5. Fogo de artifício. Sim, é bonito de se ver. Festivo, colorido... Bonito de se ouvir? Nem por isso. Cães e retornados de guerra devem concordar comigo. Pelo menos para mim tem o mesmo efeito que se uma bomba detonasse ao meu lado. Se calhar não é tão destrutivo, mas o efeito é muito semelhante.

Estas foram algumas das que me lembrei e que só este ano é que parei para pensar no assunto. Este ano não fiz nenhuma delas, será que vou ter azar? Se calhar vamos todos que parece 2020 outra vez.

Bom ano!


quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Será que vamos apanhá-lo todos?

Ahh, pandemia... Andavam há muito a ameaçar o fim do mundo: o efeito de estufa, explosões, armas, robôs... e depois o que é que vem? Um bicho invisível. Giro. A natureza lá arranjou forma de apimentar as coisas com algo que nem se vê.
Há muito tempo que vivemos numa pandemia: a da estupidez humana. Difícil, certo, mas não letal. Vamos morrendo aos pouquinhos por dentro e dá-nos um certo prurido no pâncreas, mas sobrevivemos. E às vezes até nos dá para rir. Às vezes. Mas de repente termos uma pandemia com um bicho que tem um penteado esquisito e decide mandar bitaites é que é relativamente chato.
Não é que alguns dos bitaites não sejam acertados, mas vá... Vou analisar alguns:
- Distanciamento social - ADORO! Eu pessoalmente já o tentava praticar antes, mas nunca era recíproco... Adoro não ter pessoas a cheirar-me as envolvências ou a tentar saltar-me para as cavalitas  em filas. Só é pena nem todos pensarmos assim, mesmo após 2 anos nisto.
- Cumprimentar pessoas com fist-bump, hi-5s e até com cotovelos também é algo que me apraz. 1- muito mais fixe. 2- adoro não ter de dar beijinhos. (sendo que um "sintam-se todos cumprimentados" acopulado de um aceno já era a minha forma favorita dizer olá).
- lavar frequentemente as mãos e desinfectar objectos e superfícies também não me parece um mau princípio, se bem que já deveria fazer parte do meio e eventualmente do fim.
Pronto, o Cobids não trouxe ideias totalmente descabidas, mas é assim, posso dizer que há outras coisas que já me irritam um bocadinho: as máscaras. Não é que não sejam úteis em várias circunstâncias, como por exemplo quando tens um bocado de alface no dente, no facto de conseguir conter o mau hálito para as pessoas envolventes (que a própria tem de gramar com o seu aroma), ajudou-nos a desenvolver todo um dialecto apenas com o olhar ou até por nos ter fortalecido a imaginação. Fortalecer a imaginação? Sim, nunca vos aconteceu conhecer alguém com máscara e, ao fim de um tempo, esse alguém a retira e pensas: "ai valha-nos Deus que não imaginava o resto da cara assim!?" É tramado. Mas no geral já chateia... Ficar com humidades na cara e com aquele pinguinho no nariz não é extremamente agradável, e o meu acne tardio já era eficaz por ele próprio, não precisava nada desta ajudinha externa.
Para nem falar das picas... Não se preocupem, não sou anti-vacinas, tomei-as a todas em piquena e em adulta, só gostava era de não ter de ser injectável, vá.
Mas acho que a pior cena desta bicheza é mesmo o facto de parecer um Pokémon - já evoluiu quantas vezes? Vai evoluir quantas mais? Porque é que cada país decidiu que queria ter a sua própria versão do covid, e pior ainda, decidiu que a queria partilhar com o resto do mundo? Normalmente somos tão egoístas, mas nesta situação, decidimos partilhar. Top. (Todos menos nós. Grandes portugueses! Assim é que é, não nos damos ao trabalho nem damos trabalho.)

Já vamos na 5ª vaga (ainda hoje me questiono como raio fazem esta contagem. Qual é o evento que faz o ponto de viragem? O que é que acontece para eles decidirem que já passou para a próxima? Giros.) e ainda há coisas que não estão interiorizadas. Continuamos a viver no nosso mundinho e a não respeitar os que nos rodeiam. Não percebemos que as nossas decisões implicam o outro, sejam elas boas ou más porque não estamos sozinhos no planeta Terra. Infelizmente a pandemia da estupidez humana sobrepõe-se à pandemia da covid-19.

Já renovou para a 5ª temporada. Era fixe que saísse a temporada completa e não um episódio por semana. Esperamos pelos próximos episódios.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Utopia

Estava aqui a fazer nenhum e de repente lembrei-me de uma coisa relativamente à crise: "ah e tal há falta de dinheiro em Portugal." Então pensem comigo: o dinheiro é feito de papel, certo? Pelo menos as notas, né... Ok que é um papel todo quitado e quês, cheio de bandas brilhantes e corezinhas fofas... mas de qualquer forma há-de ser feito por uma máquina, não?
Ora então, deixo aqui uma sugestão: e porque não fazer um investimento numa dessas máquinas (deve ser cara, mas também pensemos que é um investimento a longo prazo, vá), fazer mais dinheiro e distribuir pelos habitantes de nacionalidade portuguesa? Tipo andamos p'ráqui a lutar diariamente por esta cena que inventámos, para facilitar as coisas (suponho eu) mas que no fundo não facilita nada! Assim deixavam de existir estes problemas de crise e blábláblá... E podiamos aproveitar melhor as coisas boas da vida!
Fica a dica.


Às vezes quando estou na casa-de-banho surgem-me epifanias.
Peço desculpa. Vou tentar que não volte a acontecer.




quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Gíria: dor de cotovelo

Bem, hoje vou falar acerca da dor de cotovelo.
Eu sei que a real é bem lixada, que eu já a tive. Dói para xuxu! Mas isto relativamente ao sentido literal quando se leva uma pancada forte no cotovelo que gera uma dor forte e prolongada, ou devido a um osso fora do sítio, uma tendinite ou qualquer outro tipo de condição física que se encaixe dentro de um quadro medicinal.
No entanto questiono-me acerca daquelas pessoas que têm dor de cotovelo no plano alegórico. Isto a vários níveis, por exemplo: Qual será a sua intensidade? Em termos comparáveis, será que dói mais ou menos do que a física? Será que, apesar de ser apenas no sentido figurativo, dói na mesma no cotovelo? Qual é o tipo de dor: pontada, picada, tipo moinha...?
Juro que isto são mesmo dúvidas que me afligem, a sério... Estou até a pensar fazer um estudo de caso. É que, na minha vida tenho uma amostra tão grande de seres que padecem deste tipo de dor que acho que os resultados seriam fidedignos e úteis para a saúde. Se calhar.


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Belgas

Estava a comer bolachas quando reparei:



Fiquei a reflectir:
As bolachas Belgas são um produto português.
Mas então, porquê Belgas?
Denoto aqui uma ligeira discriminação às portuguesas! São bem jeitosas...
Não percebo.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Conversas de passagem

Há uma coisa que me chateia nas pessoas.
Quando vou de passagem e me surge alguém que eu conheço, fica bem cumprimentar. Mas as pessoas fazem mais do que isso:
"- Olá! Tudo bem?" - para que é que é o "Tudo bem"?!
É que o "Tudo bem" implica o início de uma conversa. E se eu estou só de passagem não quero parar para conversar. E a pessoa também não dá a ideia de o querer.
Mas pronto, às vezes, nos milésimos de segundo que dura esta situação, tem tempo de me ocorrer uma data de coisas para não passar por mal educada: ou respondo apenas à questão: "- Olá! Está tudo bem" - o que não fica lá muito bem porque é suposto devolvê-la à pessoa; ou, de uma forma supersónica respondo, pergunto de volta e ainda espero pela resposta da pessoa (mas tudo isto mantendo o passo com que caminhava, sem parar): "- Olá! Está tudo bem e contigo?", ao que a pessoa deve responder: "- Também, também..." Depois destas palavras, que se passam em segundos (porque é totalmente possível) a minha próxima questão é: como é que se acaba esta conversa agora? Podemos finalizar com "- Então adeus!" ou "- Gostei de te ver!" ou ainda "- Tchau!" ou algo que enquadre no padrão, mas sempre acompanhado de um sorriso amarelo.
No fim, notamos que a conversa teve um conteúdo super interessante e nada seco e que, sempre que isto acontece as pessoas deviam automaticamente passar para câmara lenta para conseguirem completar a conversa. Mas apenas a imagem.
Ou então as pessoas podem deixar de iniciar conversas quando não querem conversar. Também era bem pensado, não era?

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Face palm

Então, acabam com uma data de feriados e depois dão tolerância de ponte no Carnaval.
Onde está a lógica disto?

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Cheirinho

Estava eu ontem a caminhar quando me deparei com uma cena meio pó esquisita:
-porque é que um carro descapotável precisa daquelas cenaças de cheiro que se penduram no retrovisor?
É que se é para melhorar o cheiro dentro do carro, acho que não deve estar a surtir o efeito.
Mas se por outro lado o objectivo for melhorar o cheiro do ar em geral do planeta Terra, se calhaaar já deve ter efeitos! Mas também acho que vão ser precisas mais do que uma dessas cenaças para que, pelo menos Portugal passe a ter um cheirinho a pinheiro!
Mas é apenas um palpite meu! Nada de mais.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A felicidade é um estado de curta duração. Embora muitas vezes queiramos contrariar este facto, esta é a verdade.
Tanto estamos felizes como a seguir mudamos totalmente e tudo nos corre mal.
E o mais engraçado no meio da infelicidade, é que a esperança está sempre lá. Mesmo que a contrariemos em voz alta, no silêncio a voz continua a acreditar que é possível. E depois nasce a desilusão.
E a única forma de a evitar é diminuindo as expectativas.
A verdadeira questão é: como?

domingo, 9 de janeiro de 2011

De que cor pintas a tua vida?

De entre uma palete imensa de cores
De qual está pintada a tua vida?
Verde, vermelho ou amarelo?
branco, azul, preto ou laranja?
mais escuro ou mais claro, vivo ou desbotado,
qual é a cor?

De que cor queres pintar a tua vida?
amarelo, magenta e azul cyan
as primárias
que podes combinar
para criares aquela cor.
Pega nos pincéis, combina e mistura
E faz nascer a cor da tua vida!
Gera uma nova cor: a tua cor!
A tal!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

penalti

Ainda agora me deparei com uma questão.
Estava a andar e tropecei nela.

Mania de deixarem as coisas no meio do caminho!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Guarda

A Língua Portuguesa está cheia de expressões com as quais me debato sempre que reflicto nas suas origens.
Guarda-costas.
Que raio de expressão é esta?
Uma pessoas que guarda as costas da outra?
Ah! que bonito. O resto não precisa de protecção, é? Só as costas é que precisam de protecção? O resto que se lixe!
Porque é que não existem guarda-pés? guarda-cabeças? guarda-mãos? guarda-outra-coisa-qualquer-que-não-as-costas?
Olha.. Isso até podia resultar num bom negócio. Aliado aos seguros.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Porquê?

Porquê isto?
Porquê aquilo?


Porquê? é uma questão feita constantemente e a todo o instante, na maioria das vezes de retórica, mas não de livre e espontânea vontade e sim porque raramente obtém resposta.