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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Personalidades

A vida é tão irónica... É engraçado como tu te preocupas com os outros e como fazes tudo para apoiar, ajudar e confortar os que te rodeiam, para os fazer sentir à vontade. Mas, quando te toca a ti: ninguém quer saber! Aí tu pensas: "ai é? Quando precisarem não vou querer saber também! Fiquem aí na merda que eu não tenho nada a ver com isso! Vou ficar no meu cantinho, impávida e serena como se nada se estivesse a passar", até que chega essa vez. E o que é que tu fazes?? Dás a mão. Perguntas o que se passa e reconfortas, apoias e ajudas. Outra vez.

Bem, mas ainda bem que não somos todos iguais.
Anima-te! És uma pessoa melhor, pelo menos.



segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

domingo, 21 de julho de 2013

Pensamentos (que derivam do estudo)

Ora bem, estava eu aqui a estudar gestão (sim, porque ainda estou em exames a esta altura do campeonato...) e, quando faço disto, lembro-me de tudo e mais um par de botas, como é natural. Tudo serve para desviar a minha pouca atenção dos livros. Uma pequena mosca, a minha gata que se deitou ao meu lado a incitar uma inveja em mim de fazer nada ou até mesmo uma simples parede se torna interessante. São momentos que convidam à reflexão acerca dos mais variados temas. Mas desta vez foi indutora a matéria que os meus pensamentos viajaram, não acerca da sua aplicabilidade em termos profissionais, claro, mas como um paralelismo desta com as relações interpessoais que temos todos os dias, com amigos ou familiares (não sei se mais alguém vai partilhar desta opinião, mas pelo menos comigo passa-se isto muitas vezes).
Então particularizando, dentro do módulo da gestão dos recursos humanos, surge o tema dos erros no que diz respeito à avaliação do desempenho. Aqui seguem alguns:

- Efeito de Halo: tendência que a opinião geral influencie a própria apreciação
quantas vezes nos deparamos com pessoas que não se dão ao trabalho de elaborar a sua própria opinião, e então decidem roubar as opiniões alheias? limitam-se a assinar por baixo como se fossem da sua própria autoria. É que dá muito trabalho reflectir e analisar vários parâmetros para elaborar uma opinião só nossa. Ui! que complicado! Sinto-me cansada só de pensar nisso.

- Tendência Central: colocar todas as pessoas numa avaliação média, semelhante entre todos
Quando estamos em avaliações ou conversas com amigos e surgem aquelas pessoas que acabam por nunca dizer aquilo que realmente pensam sobre as coisas, apenas para não ofender ninguém, para não chatear. Já pensaram que quando dizemos as coisas que precisam de ser ditas, as pessoas/cenas podem ser optimizadas, pode ser tirado partido disso na medida de serem melhorados alguns aspectos e haver crescimento? Epá, custa, claro que custa, mas mais vale dizer as coisas do que pôr paninhos quentes para remediar a situação. Se as pessoas não reagem bem aquilo que é dito (quando é dito da forma certa), alguém lhes diga para não irem a avaliações, porque não é só dizer dos outros, nós próprios também somos e temos de ser sujeitos a avaliações.

- Efeito de Recenticidade: tendência para sobrevalorizar apenas os acontecimentos mais recente, esquecendo-se do percurso anterior
Esta é uma atitude que me irrita solenemente. Porque é que uma coisa má que fazemos serve logo para desfazer todo um percurso impecável que tivemos até à data? Não sabem avaliar o pacote completo? As pessoas têm de aprender que, à sua semelhança, estão rodeados de seres humanos, pessoas que não são perfeitas e que, portanto, se acham é possível admitir-se que vocês errem, então também têm de o fazer aos outros. é uma moeda com dois lados. Não podemos estar à espera que a coisa funcione apenas para o nosso lado.

Eu compreendo, e também sinto, que é muito difícil fazer a coisa certa, às vezes. Mas não deixa de ser um objectivo. Pelo menos para mim. Temos de aprender a ser crescidos e amadurecer.

Já agora aproveito e deixo uma Nota: Não deixem para amanhã o que podem fazer hoje. Reflectir é preciso, mas agir também.


sábado, 15 de junho de 2013

se o arrependimento matasse...

Ora bem, existem aqueles momentos em que a atitude define tudo.
Uma acção acertada na hora correcta pode ser um meio de decisão com grande influência.
E eu odeio quando perco oportunidades!
A personalidade é uma cenaça lixada, e por muito que tente e consiga enterrar ou disfarçar certos traços, eles não desaparecem! E em alguns contextos específicos, estes emergem com uma rapidez brutal que nem dou por ela! Só depois de perder a oportunidade é que chego à conclusão de: bolas... já foi...
Sempre à espera daquele momento, para depois o deixar escapar por entre os dedos graças a feições congénitas. A minha é a timidez.
Que gaita!
É que depois acabo por nunca saber... E se?



"A timidez ata-me a pedras
e afunda-me no rio"
in Não sei falar de amor - Deolinda

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Respirar fundo...

Às vezes é preciso afastarmo-nos. É preciso um distanciamento daquilo e daqueles que gostamos para reflectir, para fazer correr uma série de pensamentos sobre as nossas atitudes, sobre o que devemos ou não fazer, sobre o que é correcto ou errado. Ficar no silêncio para prestar atenção ao que ele nos tem a dizer e no que as reflexões nos têm para ensinar. Precisamos parar para elaborar um plano do que devemos mudar. Parar para nos tornarmos melhores. Parar para sentir falta.
Aí atribuímos o devido valor às coisas e chegamos às conclusões que precisávamos atingir. ficamos com as noções que precisávamos. E então já podemos delimitar o caminho a percorrer, já podemos dirigir-nos para a direcção mais acertada, até termos novamente um encavalitamento de pensamentos e sentirmos uma nova necessidade de parar outra vez para reflectir e pensar.

Uma nova necessidade de respirar fundo...

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

MOTHER OF GOD

E aquelas pessoas que acham que um blog é tipo um diário?
Acho que se esquecem que isto é tipo aberto para todo o mundo.
Partilhar a vida com uma data de desconhecidos é mesmo o meu sonho!
É que uma coisa é escrever cenas um bocado pó abstracto, que até dá para perceber que algo não está bem ou assim, outra coisa é partilhar acontecimentos específicos da vida pessoal com uma data de seres que não faço a mínima quem são!
Eu conheço bloggers assim. O post até nem diz nada de mais, mas depois vamos a ver os comentários e ficamos a saber o resto!
"-A minha vida vai muito mal!" - blogger
"-Então o que é que se passa?" - pessoa que comenta
"-A X está no Y em Z..." - blogger (pronto já disse tudo, mas a seguir é que vem a melhor parte!)
"-Ah... Deixa lá! Vai correr tudo bem, vais ver!" - pessoa que comenta
"-Eu conheço-te?" - blogger
"-Não, sou apenas um seguidor assíduo do teu blog!" - pessoa que comenta
"-Ah, ok! =)" - blogger
Fico muito mais descansada! Vou então continuar a partilhar tudo com uma pessoa desconhecida com um nome fictício que é seguidora assídua do meu blogue, onde eu publico toda a minha vida para quem quiser saber!
É isso mesmo!!

Para além de que:

terça-feira, 19 de julho de 2011

O sonho!


Quem é que não concorda comigo?
Ter a casa de banho mesmo ao lado do quarto era absolutamente brutal!! =P

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Seres

Se há coisa que me irrita, são aquelas pessoas que não têm personalidade.
Parecem vírus! Não conseguem viver sem ser agarrados a outra entidade, neste caso a outro ser vivo (ou não, depende das pessoas).
Não conseguiram construir uma como todas as outras pessoas? A vida serviu-lhes para quê?
Parecem lapas agarradas às rochas! Ou cãezinhos sempre com a trela ao pescoço, que nunca ganham coragem para serem rebeldes e fugirem do dono, nem que seja para fazer cocó com alguma privacidade!
O que vale é que estas pessoas vão mudando de portador. Parece mesmo que estão a experimentar vários tipos de personalidades. São um bocadito indecisas e pouco imaginativas para criarem uma para elas.
"-Não, esta não me agrada muito..."
"-Esta tem qualquer coisa que me agrada.. mas ainda não é a tal!"
"-Humm, ainda não foi desta."
"-Talvez... Naa!"
"-Bolas!!"

Agora que reparo, há aqui algum paralelismo com os parasitas, como a ténia.
Estas pessoas só não se agarram ao intestino. Acho eu... Nós deveríamos dar por isso, não? Quer dizer, seria algo incómodo, talvez.
"-Olha lá! O que é que 'tás a fazer aí em baixo? Vá, sai por um bocadinho que a natureza chama-me. Vá lá! A sério... preciso mesmo de ir à casa-de-banho.
Não, não dá para aguentar! Vá!"